quarta-feira, 18 de junho de 2008

II Congresso Internacional de Arqueologia



II Congresso internacional de Arqueologia Experimental

26-28 November Centro Algaba de Ronda, Spain



Apresentação
O desenvolvimento da Arqueologia nas últimas décadas gerou um crescente interesse pela metodologia experimental como base para a sustentação das hipóteses criadas pela disciplina sobre a formação do registo arqueológico, a tecnologia e os modos de vida do passado. A realização de experimentações arqueológicas deveria ser um protocolo habitual para uma ciência histórica onde este tipo de prática não havia sido algo comum. Nesse sentido, a Arqueologia Experimental teve um aperfeiçoamento desigual e em consequência, nos encontramos hoje em dia a convivência entre países com uma experiencia metodológica dilatada junto a outros que ainda se encontram em uma fase incipiente.
Na Península Ibérica este processo se viu acelerado graças a dois acontecimentos principais: em primeiro lugar, o "I Congresso de Arqueologia Experimental" celebrado em Santander (Espanha) no ano de 2005; por outro lado, a criação da Associação Espanhola de Arqueologia Experimental (Experimenta), impulsionada por investigadores de diversas instituições. Esta associação, co-organizadora do presente congresso, nasceu com a finalidade de fazer conhecer e potenciar os trabalhos de investigação que utilizam a metodologia experimental.
Neste contexto, surge o "II Congresso Internacional de Arqueologia Experimental" que procurará cumprir com dois objectivos gerais: expor as pesquisas teórico-metodológicas mais recentes no campo da Arqueologia Experimental e, em segundo lugar, constituir um foro de encontro e debate entre investigadores da disciplina arqueológica.
O congresso se divide em dois grandes blocos, cada um com suas respectivas sessões:
- Arqueologia Experimental: a investigação
- Divulgação e posta em valor do Património Histórico

COMITÊ ORGANIZADOR
Javier Baena Preysler
Departamento de Prehistoria, Universidad Autónoma de Madrid
(Presidente de la Asociación Española de Arqueología Experimental)
Antonio Morgado Rodríguez
Departamento de Prehistoria y Arqueología, Universidad de Granada

COMITÉ CIENTÍFICO
Thierry Aubry
Instituto Português de Arqueologia (Portugal)
Gabriel Martínez Fernández
Dpto. Prehistoria y Arqueología, Universidad de Granada (España)
Jacques Pelegrin
Laboratoire de Préhistoire et Technologie (UMR 7055 - C.N.R.S.) (Francia)
Josep Pou Vallés
Ciutadella Ibérica de Calafell, Tarragona (España)
Maria Luisa Ramos
Departamento de Arqueología, Universidad de Cantabria (España)
Isabelle Sidera
Laboratoire de Préhistoire et Technologie (UMR 7055 - C.N.R.S.) (Francia)
Xavier Terradas Batllé
Laboratorio de Arqueología y Antropología (Institución Milà i Fontanals, C.S.I.C.) (España)
Hugo Nami
Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET) (Argentina)
PRAZO DE INSCRIÇÃO
15 de Maio 2008 – 15 de Novembro de 2008
COTA DE INSCRIÇÃO
A) Inscrições realizadas entre 15 de Maio e 31 de Julho 2008
120 Euros - inscrição
100 Euros - inscrição reduzida (estudantes universitários)
B) Inscrições realizadas entre 1de Agosto a 15 de Novembro 2008
150 Euros - inscrição
100 Euros - inscrição reduzida (estudantes universitários)
* A inscrição da direito a:
- Participar do congresso y receber a certificação correspondente
- Almoço durante a celebração do congresso
- Receber o livro de resumes
- Receber a publicação definitiva
- Pertencer `a Associação Espanhola de Arqueologia Experimental (opcional)
O pagamento se realizara mediante o ingresso ou transferência bancária à seguinte conta:
No. Conta (Espanha): 3058 0884 1128 1000 6285 (Cajamar)
Código IBAN (estrangeiro): ES67 3058 0884 1128 1000 6285
COMUNICAÇÕES
Os resumes deverão constar de:
- Titulo
- Autor(es) com indicação do centro de trabalho ou direcção
- Resume da comunicação que devera conter um máximo de 8000 caracteres (texto e referencias bibliográficas)
Os resumes das comunicações deverão ser remetidos mediante correio electrónico a:
arqueoexperimental@urg.es
A data limite para a recepção dos resumes das comunicações será o 30 de Setembro de 2008.
Os resumes recebidos serão publicados em um volume que se entregara no dia da inauguração do congresso.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Uma experiencia com o quartzo


Já tínhamos dado a entender que de um ponto de vista experimental, nos estudos desenvolvidos em torno de problemáticas arqueológicas, trabalhamos sobretudo com quartzito, mas vamos fazendo umas experiências com quartzo. Ou melhor o Pedro Cura vai experimentando ainda timidamente de forma a adquirir prática no talhe desta rocha. Só apanhámos o resultado final …
Mas certamente que próximo será todo feito com o mesmo registo que aplicamos ao quartzito. Os métodos de registo que utilizamos são provavelmente discutíveis e disso falaremos num outro post. Por agora descrevemos a experiência do Pedro:

O seixo tinha uma morfologia regular e arrdondada, o talhe directo foi feito recorrendo de forma alternada a 3 percutores duros (quartzito) e 2 brandos de distintas dimensões (buxus sempervirens).


Duas impressões a registar:

A matéria prima responde de forma tanto mais controlável quanto mais o ângulo for fechado, já depois de uma perda de volume considerável e utilizando o percutor brando.


É imprescindível um controlo minucioso dos planos de percussão, o impacto tem de ser certeiro porque esta matéria prima facilmente estilhaça de forma incontrolável.

O biface levou cerca de 25 minutos a ser feito.




É considerável a quantidade de desperdício, sobretudo fragmentos inclassificáveis e de muito pequenas dimensões.


Os restos de talhes estão todos guardados se existirem voluntários para um exercício de remontagem são bem-vindos!



Para quem se interesse por esta matéria prima aqui vai uma muito breve lista bibliográfica:

Actes de L'exploitation du quartz au Paléolitihque. Table ronde No1, Aix-en-Provence , FRANCE (18/04/1996)

Bracco, J.-P. (1998): "Le Debitage du Quartz dans le Paleolithique Superieur d´Europe occidentale: Aspects Technologiques et Comportementaux." en: Lithic Technology. From raw material procurement to tool production. S. Milliken and M. Peresani (Ed). Forlì. 81-91.

Bracco, J.-P. y P. Morel (1998): "Outillage en quartz et boucherire au Paléolithique Supérieur: Quelques observations expérimentales" en: Économie préhistorique: les comportements de subsistance au Paléolithique. XVIIIe Rencontres Internationales d´Archéologie et d´Histoire d´Antibes. APDCA (Ed): 387-395

Chelidonio, G. (1990): "Preliminary approach to quartz crystals technology and its meaning as "Environmental Translation"." en: Le Silex de sa genèse à l´outil. Actes du Vº Colloque international sur le Sílex. Cahiers du Quaternaire 17.

Crovetto, C., M. Ferrari, C. Peretto y F. Vianello (1994a): "Le industrie litiche. La sperimentazione litica" en: Le industrie litiche del giacimiento paleolitico di Isernia La Pineta. La tipologia, le tracce di utilizzazione, la sperimentazione. C. Peretto (Ed). Isernia, Sigmastudio: 119-181.

Martínez Cortizas, A. y C. Llana Rodríguez (1996): "Morphostructural variables and the analysis of their effect on quartz blank charecteristics." en: Non-Flint Stone Tools and the Palaeolithic Occupation of the Iberian Peninsula. N. Moloney, L. Raposo and M. Santonja (Ed). Oxford, Tempus Reparatum. BAR 649: 49-53.

Mourre, V. (1996) « Les industries en quartz au Paléolithique - Terminologie, méthodologie et technologie », Paléo, n° 8, pp. 205-223.

Prous, A. y M. A. Lima (1990): "A tecnologia de debitagem do quartzo no centro de Minas Gerais: lascamento bipolar." Arquivos do Museu de História Natural da UFMG XI (1986-1990): 91-114.

Workshop de tecnologia lítica, Experimentação e Estudos Funcionais


Vila Nova da Barquinha e Mação
24 a 28 de Agosto de 2008


(mediante a apresentação de um relatório final os formandos podem receber 3 ECT’S)

O objectivo principal deste Workshop é discutir as actuais problemáticas e perspectivas teórico-práticas que se colocam no estudo de indústrias líticas, em particular nas suas vertentes de experimentação e estudos funcionais.
Assim, para além da teoria, todo Workshop terá por base uma intensa actividade experimental do talhe de rochas duras e respectiva utilização sobre vários materiais (osso, madeira, pele animal, carne animal, peixe, etc.) e em actividades distintas (cortar, raspar, esmagar, etc.).



Os suportes produzidos e utilizados durante o workshop, bem como originais arqueológicos serão observados nas aulas de Estudos Funcionais.


Organização:
Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo
Museu de Arte PréHistórica de Mação


Inscrições limitadas a 10 formandos
Formadores: Stefano Grimaldi ; Sara Cura; Emanuela Cristiani; Pedro Cura; José Gomes; Pierluigi Rosina; Jedson Cerezer
Local de realização: Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo (Vila Nova da Barquinha) e Instituto Terra e Memória (Mação)Horário:Segunda a Sexta das 10h às 18h
Duração total: 40 horas
Documentação: Cada formando receberá documentação de apoio (artigos sobre as matérias, fichas de estudo, etc)
Entidades Científicas Responsáveis: Instituto Politécnico de Tomar; Universitá di Trento; Mestrado Erasmus Mundus; Instituto Terra e Memória, Grupo Quaternário e Pré-História do Centro de Geo Ciências (uID 73 FCT)
Inscrição: Mediante o pagamento de uma taxa de 175 euros (150 para estudantes): inclui alojamento e alimentação nas instalações da escavação - há colchões, duche e cozinha; jantar em restaurante; deslocações para as aulas de campo e laboratórios).
A inscrição deve ser feita até 15 de Julho.
Informações:
Telefone 964286144 E-mail:
museu@cm-macao.pt / ciaar@portugalmail.pt
Programa

25 de Agosto
Manhã
(Teoria) Introdução ao workshop (Sara Cura)
(Teoria) O quartzito: características estruturais, formação geológica (Pierluigi Rosina)
Tarde
Estudo das indústrias líticas: princípios teóricos (Teoria: Stefano Grimaldi)
Os sítios pleistocenicos do Alto Ribatejo (Teoria: Sara Cura)
(Prática) Visita ao Sítio Arqueológico da Ribeira da Atalaia e Aquisição de Matérias-primas
26 de Agosto
Manhã
(Teoria) Estudo das indústrias líticas: princípios metodológicos (Stefano Grimaldi)
(Prática) Observação da Indústria Lítica da Ribeira da Atalaia (Paleolítico Inferior e Médio)
26 de Agosto
Tarde
(Prática) Princípios básicos do talhe, Retoque (Stefano Grimaldi e Pedro Cura)
27 de Agosto
Manhã
(Teoria) A analise funcional: princípios metodológicos (EmanuelaCristiani)
Tarde
(Prática) Introdução prática ao estudo dos micro-traços de uso nos laboratórios do Instituto Politécnico de Tomar (EmanuelaCristiani)
28 de Agosto
Manhã
(Prática) Debitagem pré-determinada e formatação (Stefano Grimaldi e Pedro Cura)
Tarde
(Prática) Utilização dos suportes (esquartejamento de um animal) (Jedson Cerezer)
29 de Agosto
Manhã
(Prática) Debitagem pré-determinada e formatação (Stefano Grimaldi e Pedro Cura)
Tarde
(Prática) Utilização dos suportes (trabalho em madeira, osso e pele)

Enquadramento das nossas actividades





Desde meados dos anos 90, no âmbito de projectos de investigação dos quais se destaca o TEMPOAR I e II, que as indústrias líticas do Pleistoceno e Holoceno do Alto Ribatejo têm vindo a ser estudadas sob novas perspectivas[1]. Estes estudos não só trouxeram novos dados para a discussão central acerca da transição de economias de caça e recolecção para o agro-pastoralismo, como lançaram as perspectivas de estudo que a Unidade de Investigação de Indústrias Líticas do Instituto Terra e Memória deve continuar a aprofundar.No âmbito destes projectos o estudo das indústrias líticas, na sua esmagadora maioria em quartzito, revela padrões de comportamento específicos que, pelas suas características ditas «expeditas» e «simples», dificultam a sua associação inequívoca a ocupações do Pleistoceno ou do Holocenos, sugerindo uma convergente e recorrente relação com o território e seus recursos minerais não muito diferente. Por outro lado a experiência acumulada pela análise destas indústrias, na sua esmagadora maioria em quartzito, revelou desde logo algum desajustamento entre as metodologias de estudo que foram estruturadas e aplicadas em matérias-primas distintas.[2]
Para além de estudos tecnológicos, faltam estudos experimentais de referência, quer ao nível do talhe, quer a nível funcional, aplicados aos quartzitos. Falta também uma caracterização mais detalhada da variabilidade do quartzito no Vale do Tejo .

Vista do Tejo em Vila Nova da Barquinha

Neste momento está em curso o Projecto Paisagens de transição – povoamento, tecnologia e Crono-Estratigrafia da transição para o agro-pastoralismo no Centro de Portugal (PTDC/HAH/71361/2006) aprovado e financiado pela Fundação Ciência e Tecnologia. No âmbito deste projecto estão a ser feitos estudo tecnólogicos das indústrias líticas de vários sítios arqueológicos, complementados com estudos experimentais e funcionais. Está igualmente em curso uma caracterização sistematizada dos quartzitos desta região.


Estes estudos são desenvolvidos pela Unidade de Investigação de Indústrias Líticas do Instituto Terra e Memória em Mação e no Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo em Vila Nova da Barquinha.


[1] CURA, Sara (2002b) - Indústria lítica da Amoreira : uma gestão diferenciada das matérias primas, In: Cruz, A.R.; Oosterbeek, L. (coord.), Territórios, mobilidade e povoamento no Alto-Ribatejo. IV: Contextos macrolíticos, Tomar : Arkeos 13, CEIPHAR - Centro Europeu de Investigação da Pré-História do Alto Ribatejo, pp. 207-246

CURA, S, (2006) - As indústrias (Macro)líticas do Médio Tejo: uma condicionada e/ou eficaz exploração da matéria prima local, In Actas do 1º Seminário de Paleontologia e Arqueologia do Estuário do Tejo, Edições Colibri, Lisboa

Grimaldi S. Rosina P., Corral Fernandez I. (1998). Interpretazione geo-archeologica di alcune industrie litiche “Languedocensi” del medio bacino del Tejo (Alto Ribatejo – Portogallo). In: Cruz A.R., Oosterbeek L., Pena dos Reis R. (coord.) Quaternário e Pré-História do Alto Ribatejo (Portugal Tomar : Arkeos 4, CEIPHAR - Centro Europeu de Investigação da Pré-História do Alto Ribatejo, pp. 145-226.

Grimaldi S., Rosina P., Boton F. (1999a) - A behavioural perspective on “archaic” lithic morphologies in Portugal. The case of Fonte da Moita open-air site, in Journal of Iberian Archaeology, vol. 1, Porto, pp. 33-57

GRIMALDI S., ROSINA P., CRUZ A. R., OOSTERBEEK L. (1999b) - A geo-archeological interpretation of some “Languedocian” lithic collections of the Alto Ribatejo (Central Portugal). In: Cruz, Milliken, Oosterbeek, Peretto (ed.) Human Population Origins in the Circum-Mediterranean Area: Adaptation of the Hunter-Gatherer groups to environmental Modification, Tomar : Arkeos 5, CEIPHAR - Centro Europeu de Investigação da Pré-História do Alto Ribatejo, pp.231-243

Grimaldi S., Rosina P., Boton F. (2000) - “Um sítio ao ar livre do pleistoceno médio no Alto Ribatejo (Portugal): Fonte da Moita”. in Actas do 3º Congresso de Arqueologia Peninsular, vol. 2, pp.123-136

GRIMALDI S. & ROSINA P. (2001) - O Pleistoceno Médio final no Alto Ribatejo (Portugal Central): o sítio da Ribeira da Ponte da Pedra. In: Cruz A.R., Oosterbeek L. (coord.), Santa Cita e o Quaternário da Região, Tomar : Arkeos 11, CEIPHAR - Centro Europeu de Investigação da Pré-História do Alto Ribatejo, pp.89-116.

GRIMALDI, S & CURA, S. (2007), The intensive quartzite exploitation in Midlle Tagus Valley pleistocenic open air sites – the example of Ribeira da Ponte da Pedra in Workshop 15 Records of Proceedings «Technological analysis on quartzite exploitation» , UISPP 2006, sous presse

JAIME A. (2003) - “Contribuition a l’étude de l’industrie de Fonte da Moita (Vila Nova da Barquinha, Alto Ribatejo, Portugal)”. In: Cruz, A.R.; Oosterbeek, L. (coord.), Territórios, mobilidade e povoamento no Alto-Ribatejo. IV: Contextos macrolíticos, Tomar : Arkeos 13, CEIPHAR - Centro Europeu de Investigação da Pré-História do Alto Ribatejo, pp. 56-110

LEMORINI, C.; GRIMALDI, S. ; ROSINA, P.(2001) – Observações funcionais e tecnológicas num habitat paleolítico: Fonte da Moita (Portugal, centro), In: Cruz A.R., Oosterbeek L. (coord.), Santa Cita e o Quaternário da Região, Tomar : Arkeos 11, CEIPHAR - Centro Europeu de Investigação da Pré-História do Alto Ribatejo, pp.117-140

[2] Esta discussão foi desenvolvida no Workshop Technological analysis on Quartzite Industries que teve lugar no XV congresso da UISPP em 2006, coordenado por nós (Sara Cura e Stefano Grimaldi)

Quem somos e onde estamos


Câmara Municipal de Mação e o Instituto Politécnico de Tomar criaram recentemente em Mação o Instituto Terra e Memória, onde está sedeado o Grupo “Quaternário e Pré-Histórica” do Centro de Geociências (uID73 – Fundação para a Ciência e Tecnologia). No âmbito de vários projectos de investigação, estão em funcionamento várias unidades de pesquisa sendo uma delas o Laboratório de Investigação em Indústrias Líticas. Entre as várias actividades do laboratório destacamos neste blogue os trabalhos de arqueologia experimental que temos vindo a desenvolver, não só no Instituto Terra e Memória, mas também no Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo.



Atelier de Talhe no Instituto Terra e Memória em Mação


Toda a actividade experimental está ligada à vertente científica do Projecto Andakatu (protagonizado por Pedro Cura). Este é um Projecto de Didáctica da Pré-História (Serviços Educativos do Museu de Arte Pré-Histórica de Mação) através da experimentação, cujas actividades mais relevantes também serão apresentadas neste blogue. Com consciência e noção das diferenças entre a actividade de investigação com inclusão da arqueologia experimental e a experimentação singular ou com objectivos didácticos.

A equipa de experimentação é constítuida por:
Pedro Cura
Sara Cura
Stefano Grimaldi

Emanuela Cristiani
Jedson Cerezer
Tânia Tomázia
Hugo Gomes
Ana Cunha
Jay Mungur Medhi
Renata Barbosa